Ato de Solidariedade ao Povo Venezuelano
No último dia 3 de fevereiro de 2026, uma manifestação significativa ocorreu em Belo Horizonte, convocada pela Liga Anti-Imperialista. O evento teve como objetivo expressar apoio ao povo da Venezuela frente às agressões imperialistas, em particular às destinadas pelo governo dos Estados Unidos. O ato reuniu ativistas que, sob a forte chuva, se solidarizaram com a luta do povo venezuelano, ao mesmo tempo em que levantaram bandeiras de outras nações sob ataque, como a Palestina.
Desafios do Imperialismo Ianque
Durante o evento, os participantes se concentraram em criticar a política intervencionista dos Estados Unidos. Os oradores ressaltaram que as ações imperialistas não se restringem apenas à Venezuela, mas se estendem a diversas nações que enfrentam os interesses expansionistas da potência norte-americana. Com base em exemplos recentes, como as intervenções no Irã e o genocídio em Gaza, a manifestação visou conscientizar sobre os perigos que o imperialismo representa para os povos do mundo.
A Resposta das Massas Populares
A resposta das massas populares foi notável, com muitos trabalhadores e cidadãos expressando apoio. Vários discursos foram feitos, onde a indignação com as práticas imperialistas ficou evidente. O público presente demonstrou um sentimento de unidade e resistência, reconhecendo a necessidade de se opor a qualquer tentativa de intervenção externa. O apoio mútuo entre os povos foi destacado como uma ferramenta essencial para a luta contra o colonialismo e a exploração.

Manifestação Sob a Chuva
Apesar das fortes chuvas que caíam sobre Belo Horizonte, os manifestantes se mostraram determinados. Com faixas vermelhas e bandeiras da Venezuela, da Palestina e da Liga Anti-Imperialista, eles realizaram intervenções nas ruas, distribuindo panfletos e iniciando diálogos com pedestres. O clima adverso não desmotivou os ativistas; pelo contrário, a solidariedade e a coragem se tornaram ainda mais evidentes sob a chuva.
Panfletagem e Conscientização
A panfletagem foi uma parte crucial da manifestação, com o último editorial do jornal **A Nova Democracia**, intitulado “Só há um único caminho para a soberania da Venezuela e seu povo”, sendo amplamente disseminado. Os panfletos continham informações sobre a situação atual da Venezuela e destacavam a importância da solidariedade internacional. Os manifestantes foram bem recebidos por muitos trabalhadores, que demonstraram empatia e compreensão da luta da Venezuela, reconhecendo a necessidade de internacionalismo.
Palavras de Apoio de Trabalhadores
Durante a manifestação, diversas vozes se levantaram em apoio à causa. Um trabalhador compartilhou sua preocupação sobre a influencia da CIA em várias esferas da sociedade, enfatizando a necessidade de resistência. Outro cidadão disse, mesmo manifestando divergências em saúde sobre o governo de Maduro: “Ninguém pode se achar no direito de invadir o país alheio. Ninguém é dono do mundo”. Essas declarações evidenciaram que, independentemente de posições políticas individuais, o apoio à soberania venezuelana era uma questão compartilhada.
O Papel da Liga Anti-Imperialista
A Liga Anti-Imperialista desempenhou um papel fundamental na organização deste ato, unindo diferentes segmentos da sociedade em torno da luta contra o imperialismo. O chamado à mobilização teatralizou a urgência da questão. A Liga se dedica a conscientizar as massas sobre os perigos da intervenção externa e a importância de uma resistência coletiva e organizada.
Cenário Atual da Luta Anti-Imperialista
O contexto internacional atual está repleto de tensões. As intervenções imperialistas continuam a ameaçar a soberania de várias nações. O ato em Belo Horizonte é um reflexo do crescente descontentamento global contra tais ações. A luta pela autodeterminação dos povos é mais pertinente do que nunca, e eventos como o de Belo Horizonte são fundamentais para fortalecer a resistência e reter a atenção do público sobre as injustiças cometidas ao redor do mundo.
Internacionalismo entre os Povos
A solidariedade ao povo venezuelano na manifestação é um exemplo claro de como os povos podem se unir. A luta contra o imperialismo é uma luta global que requer a união de forças. É necessário fomentar um internacionalismo ativo, onde nações oprimidas se apoiarem mutuamente para resistir às ameaças externas e aos interesses imperialistas que buscam desestabilizar suas sociedades.
A Nova Democracia e o Apoio à Luta
O jornal **A Nova Democracia**, ao longo de seus mais de 20 anos, tem sido um aliado da luta dos oprimidos. Com uma linha editorial focando em questionar e desafiar as narrativas predominantemente favoráveis às classes dominantes, continua a resistir e informar. O apoio de leitores operários, camponeses e estudantes é crucial para a manutenção dessa voz independente e comprometida com a verdade. A urgência do apoio se faz presente, e a mobilização comunitária é essencial para garantir que esses espaços de resistência e informação permaneçam ativos.

